terça-feira, 2 de novembro de 2010

Realidade.

O céu não é o limite, o limite fica muito antes de chegarmos ao céu. Não existem "forever's" porque nada dura para sempre... especialmente as coisas que nós pensamos que são para sempre, 98% das pessoas que conhecemos na vida vão nos abandonar e desiludir, mais de metade dos nossos sonhos nunca serão realidade.

REALIDADE - é uma palavra muito forte... nunca a queremos enfrentar, vivemos a nossa vida baseada em "sonhos" que nunca passam disso mesmo, são perdas de tempo. Coisas em que não vale a pena pensar, porque a unica coisa que temos como garantido, é o que fizemos no passado.

Ás vezes pensamos que não temos uma razão pra continuar a lutar. E desistimos e vemos que ninguém repara que precisamos de ajuda. Porque nós não precisamos de ajuda quando dizemos "ajuda-me" porque quando dizemos isso, já perdemos a batalha, nós precisamos de ajuda quando lutamos sozinhos e procuramos algo a que nos agarrar e não vemos nada, apenas pessoas que adoramos que estão tão mal como nós.

Ás vezes apesar de termos amigos estamos sozinhos, porque a verdadeira solidão é estar entre 1000 pessoas e sentir a falta de uma só :'( E ninguém repara que nós precisamos de chorar, ninguém repara ! Estarei a fingir assim tão bem que estou bem, ou será que esta gente não me conhece?

Ás vezes temos vontade de dar aquele grito de guerra, aquele grito de quem não aguenta mais, aquele grito de quem está a sofrer em silencio, por ter medo de ver so que ama a sofrer.

Quando estamos mal o mundo cai-nos em cima... atiram-nos pedras a torto e a direito... e simplesmente não percebem que essas pedras não servem pra construir um castelo, servem pra nos fazer sentir culpados de tudo o que se passa (:

A dor doi. Mas doi ainda mais quando está sozinha.

Por estas coisas é que eu gosto de ver o mar... sentir a terra... olhar para o sol... nesses momentos parece que existem coisas perfeitas, apesar de eu ter a perfeita noção que tudo isso é uma ilusão... mas se os outros têm sonhos, que também são uma ilusão, porque não hei eu de ter momentos?

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